Pai presente não é o pai perfeito. É o pai que continua presente.

Todo pai já sentiu que falhou.

Perdeu a paciência.
Chegou cansado.
Não brincou.
Prometeu algo e não conseguiu cumprir.

Muitos homens acreditam que esses erros os tornam maus pais.

Mas essa ideia costuma produzir exatamente o efeito contrário.

Quando um homem acredita que precisa ser perfeito, qualquer falha gera culpa. E a culpa faz muitos pais se afastarem emocionalmente.

Eles continuam dentro de casa, mas deixam de conversar.
Param de brincar.
Param de perguntar.
Começam a acreditar que “não estão dando conta”.

Só que filhos não precisam de um pai perfeito.

Precisam de um pai disponível.

Um pai que consegue pedir desculpas.

Um pai que admite quando erra.

Um pai que tenta novamente no dia seguinte.

A presença constante ensina muito mais do que uma perfeição impossível.

Toda criança cresce observando como seus pais lidam com os próprios erros.

Quando o pai assume suas falhas sem fugir delas, ensina coragem.

Quando recomeça, ensina perseverança.

Quando permanece perto, ensina segurança.

Talvez você nunca seja um pai perfeito.

Mas pode ser exatamente o pai de que seu filho precisa.


Se esse texto fez sentido para você, compartilhe com outro pai que talvez precise ouvir isso hoje.

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